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Segunda noite de apresentações das escolas de sambas do grupo Especial de São Paulo.

12 FEV 2018
12 de Fevereiro de 2018
Foi grande a empolgação no segundo dia de apresentações no Sambódromo do Anhembi. As arquibancadas estavam repletas, diferentemente  do dia anterior. O público que aguardava ansioso pela apresentação das  7 escolas do grupo de Elite  do Carnaval de São Paulo, tem a certeza que a grande campeã estaria realizando sua apresentação naquela noite.
Vejam um pouco sobre as 7 Escolas que abrilhantaram a segunda noite de desfile no Anhembi: 

A primeira Escola a desfilar no segundo dia de apresentações no Anhembi, foi a atual campeã do grupo de acesso de 2017, a X-9 Paulistana. Com o enredo “ A voz do Samba é a Voz de Deus. Depois da Tempestade vem a Bonança”, a agremiação passou muito bem  trazendo para a Avenida os provérbios, ditos e locuções populares que fazem parte do dia a dia da humanidade. A produção artística da escola ficou por conta do carnavalesco. Os 3.000 componentes vieram  distribuídos em 21 alas e embalados pela rítmica da bateria  Pulsação Nota Mil  dos mestres Fábio Américo e Kito. O rouxinol oficial da Agremiação foi  o músico Darlan  Alves.

                                                                 

Império de Casa Verde

A Escola é sem dúvida uma das favoritas para o título desse ano, mostrou alegorias e fantasias impecáveis. Quem esteve presente ao Anhembi pôde acompanhar no refrão “ Vem pra rua...” , uma Império de Casa Verde retratando todas injustiças e desigualdades vivida na França em meados da Revolução francesa. De camponês à realeza todas as alas cantaram e produziram um agradável espetáculo na passarela do Samba. Quem assinou a produção artística do grande show foi o carnavalesco Jorge Freitas. Ao ritmo da bateria “Barcelona do Samba”, do mestre  Robson- o Zoinho, juntamente com a Ala musical sob comando do Rouxinol oficial da Escola, Carlos Júnior, a Escola atravessou a passarela do samba com a sensação de dever cumprido..

Mocidade Alegre.

 A Morada do Samba, como é carinhosamente pelos sambistas, foi a  3 º Escola a passar pelo Sambódromo do Anhembi. Com o seu Enredo , " A VOZ MARROM QUE NÃO DEIXA O SAMBA MORRER", a Mocidade narrou a trajetória de vida de uma das mais queridas sambistas do Brasil, Alcione.
A vida da Marrom foi narrada pelos 3.500 componentes da Morada, que dividiram-se em 18 alas e 5 alegorias. A produção artística do espetáculo ficou por conta dos carnavalescos Carlos Lopes, Neide Lopes e Paulo Brasil. O rouxinol oficial da escola, o músico Tiganá, juntamente com a Bateria Ritmo Puro, sob o comando do diretor Marcos Rezende ( o mestre Sombra), fizeram o ecoar da Mocidade Alegre pela Avenida.
A Mocidade, no último ano ficou fora do desfile das campeãs, mas esse ano fez um desfile sem grandes problemas, e com certeza é um nome forte para estar entre na disputa desse ano.

Vai Vai

      A tradicional Escola da Bela Vista, Vai Vai, foi a 4º Escola a mostrar no Sambódromo do Anhembi, através do seu Enredo " SAMBAR COM FÉ EU VOU", toda trajetória artística e a vida de um dos mais queridos cantores da MPB, Gilberto Gil. Os carnavalescos responsáveis por esse grandioso trabalho foram Alexandre Louzada, Chico Spinosa, Junior Schall , Delmo Moraes e Júnior Barata.
Os mestres de Bateria Tadeu e Beto, juntamente com os intérpretes Grazzi Brasil e Gilsinho, foram os responsáveis por fazer os 3.000 componentes da Vai Vai dançar e cantar.  A Escola veio com 5 alegorias e 21 alas.Esse ano, ao contrario dos demais anos, a Vai Vai não teve problema com o cronometro, fechando seu Carnaval antes do tempo estimado. E como sempre a Escola é uma das favoritas pela disputa do título.
 

Gaviões da Fiel.

       Em busca do quinto título a Escola de Samba Gaviões da Fiel narrou na Avenida a saga dos índios Guarus com o enredo " Guarus- Na Aura da Criação, a profecia Tupi...Prosperidade e Paz aos Mensageiros de Rudá.", onde foi contada a estória mitológica do surgimento da cidade de Guarulhos- importante cidade  da região metropolitana de São Paulo.
Para contar esse Enredo a Escola trouxe para o Anhembi 3.100 componentes distribuídos em 26 alas e 5 carros alegóricos.Quem assina a produção artística do grande espetáculo  é o carnavalesco Sidnei França.
O ritmo da Escola foi segurado por 230 componentes da Bateria Ritmão e o responsável pelo canto foi o rouxinol oficial da Escola, Ernesto Teixeira.   A Escola passou muito bem, sem nenhum problema aparente.
E com certeza  seus componentes sentem a certeza do dever cumprido.

Dragões da Real

A vice campeã de 2017 novamente mostrou seu favoritismo ao título do Carnaval de São Paulo. A Escola narrou na Avenida toda trajetória da  tradicional musica caipira, com o Enredo  " MINHA MÚSICA, MINHA RAÍZ, ABRAM  A PORTEIRA PARA ESSA GENTE CAIPIRA E FELIZ!". A Escola trouxe seus componentes distribuídos em 22 alas. O intérprete René Sobral  e sua ala musical ao balanço da Bateria Ritmo que Incendeia  do mestre Tornado, deram ritmo aos componentes que levaram a escola a realizar um excelente desfile.   

Unidos de Vila Maria

A Vila Maria foi a  última Escola a fechar os desfiles do grupo Especial de São Paulo. Já no início de sua apresentação a Escola enfrentou problemas com a roupa  de sua primeira Porta Bandeira. A solução encontrada pela diretoria da Vila Maria foi trocar a primeira porta bandeira pela segunda. A escola que ainda não possuí  o tão sonhado título do 
do Carnaval de São Paulo. O intérprete Wander Pires, juntamente com a bateria Cadência da Vila, do mestre Moleza fizeram os componentes da Escola cantar e exaltar as Belezas do México.

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