Menu

Primeira noite de apresentações no Sambódromo do Anhembi.

10 FEV 2018
10 de Fevereiro de 2018

A primeira noite de apresentações das escolas de Samba paulistanas ocorreu nessa sexta-feira (09-02). Ao todo se apresentaram sete escolas, onde cada uma teve o tempo máximo de 65 minutos para narrar e defender os enredos criados por cada agremiação.

 

Veja o desempenho de cada uma delas.

Independente Tricolor 

A Escola de Samba Independente Tricolor , estreante no grupo de Elite do Carnaval de São Paulo, foi a primeira Escola a passar pelo Sambódromo do Anhembi, nessa noite de desfile (09-02). A escola teve problema com seu carro abre alas, que passou apoiado em uma empilhadeira.

Seus dois mil e seiscentos componentes passaram espalhando o Terror pela passarela do Samba,  distribuídos  em 23 alas, onde  cantaram o samba de enredo juntamente com seus  intérpretes  oficiais, Rafael Pinah e Pe Santana, " Em Cartaz : Luz, câmera e terror... Uma produção Independente ",    embalados pela Bateria Ritmo Forte do Mestre Klemen Gioz. Todo trabalho de execução desse projeto ficou por conta da comissão de carnaval que Anderson Rodrigues, Leno Vidal, André Cezari e Roberto Monteiros. E sob comando da Agremiação está o presidente Alessandro Oliveira Santana ( Batata).,

Unidos do Peruche

A segunda escola  a passar na passarela do Samba do Sambódromo do Anhembi,  nessa primeira noite (09-02), de festa foi a tradicional escola  de Samba Unidos do  Peruche.  A agremiação apresentou falta de adereços em algumas fantasias e problemas de acabamento em alguns carros, que provavelmente afetarão suas notas finais  na hora da apuração

O grande homenageado da  Escola foi o cantor e compositor Martinho da Vila o com samba “ Oitenta fevereiros a cantar...”, a Filial do samba trouxe para a Avenida toda a ancestralidade africana que permeiam a vida de Martinho.  A comunidade perucheana cantou e sambou  ao lado de Matinho, que completa  80 anos, em plena segunda feira de carnaval.

 

Acadêmicos do Tucuruvi

Após um trágico incêndio que destruiu grande parte de suas fantasias, em seu ateliê, a Acadêmicos do Tucuruvi, apesar de não estar concorrendo ao título do Carnaval desse ano, mostrou uma excelente passagem pela Avenida. A escola nos convidou a conhecer os museus espalhados pelo mundo, inclusive  aos do Brasil, com o Enredo  “Uma Noite No Museu”,  foi uma viagem inspirada na trilogia de Hollywood. A escola veio com dois mil e quinhentos componentes  distribuído em 28 alas.       Quem assinou a produção artística do desfile foi Flávio Campello. A comunidade da Cantareira juntamente com o rouxinol oficial da Escola, Alex Soares, cantaram alegremente ao samba sob o  ritmo da Bateria do Zaca, do mestre Guma Sena. Foi realmente como disseram alguns componentes na concentração da escola, “O Carnaval da Superação”

 

Mancha Verde

A Escola de Samba Mancha Verde trouxe para a Avenida, nessa primeira noite de desfile, toda a trajetória de um dos grupos de Samba mais conhecido e amado do mundo, Fundo de Quintal. 

Cacique de Ramos onde tudo começou foi a primeira retratação na Avenida, através de seu  carro Abre Alas . A comissão de frente da Escola trouxe à passarela do samba todo  o axé dos Orixás representado por um grupo de nove dançarinos. Toda essa historia foi retratada ao logo do sambódromo pelos 3.500 componentes que estavam distribuídos em 20 Alas e 5 alegorias. A escola passou bem e desenvolveu um carnaval de equilíbrio nos quesitos que serão avaliados. Quem assina a direção artística da Mancha Verde e o carnavalesco  Pedro Alexandre (Magoo).

 

Acadê

A atual campeã do grupo de Elite do Carnaval de São Paulo, Acadêmicos do Tatuapé, narrou na Avenida a cidade de Maranhão, com o Enredo “ Maranhão os Tambores vão Ecoar na Terra da Encantaria”, a produção artística ficou por conta do carnavalesco Wagner Santos. A Escola que a cada ano vem se destacando  e lutando por título, não fará diferente esse ano.

A felicidade de seus 3.200 componentes que  foi acompanhada ao longo de seus ensaios de quadra e técnicos, no desfile oficial não ficou diferente.  A escola veio com 26 alas e 5 alegorias  prestou uma homenagem ao estado do Maranhão. A agremiação trouxe para a Avenida  a formação do Estado, a herança africana, seu patrimônio cultural, assim como suas lendas, festejos e crenças religiosas.  A escola fez um bom desfile, onde contou com  a participação ala musical, comanda pelo rouxinol da Escola Cesinho Mody e  a bateria “Qualidade Especial”, do mestre Higor.

Rosas de Ouro

A  Rosas de Ouro foi a penúltima Escola a entrar na Avenida. A escola que utilizou todos os 65 minutos, dando um grande susto em seus componentes,  prestou na nessa primeira noite de desfiles no Anhembi, uma homenagem a uma profissão que muito contribui para a construção do Brasil, o caminhoneiro. “Pelas estradas da vida, Sonhos e aventuras de um herói brasileiro”,  onde a escola narrou toda a trajetória de vida de quem passa a maior parte do tempo na estrada.

Na Avenida a historia tomou vida com a produção artística do carnavalesco André Machado e contou com a participação da ala musical que tem sob seu comando, o lendário Royce do Cavaco, ao ritmo da fantástica bateria  “ Com Identidade”, do mestre Rafa, que trouxe para o Anhembi algumas Bossas lindas ao Samba tornando-o  com muita identidade.

 

Tom Maior.

E fechando com chave de Ouro a Escola de Samba Tom Maior foi a grande destaque da noite, a escola que veio do grupo de acesso no ano passado  fez um excelente Carnaval, com carros luxuosos e fantasias com acabamentos riquíssimos mostrou  um desfile nunca antes visto  pela agremiação.  A presidente da agremiação Luciana Silva veio fechando a escola e recebendo parabéns pelo grande trabalho apresentado.  Com o enredo  “O Brasil de Duas Imperatrizes: De Viena Para o Mundo”. A  agremiação  homenageou a primeira Imperatriz do Brasil  e a Escola de Samba  Imperatriz Leopoldinense.

Voltar